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Café e Câncer

Contrariando o que se pensava no passado de que o café poderia causar câncer, pesquisas modernas sugerem que o consumo moderado e regular de café podem até prevenir alguns tipos de câncer ( cólon, próstata). Devido ao grande consumo de bebidas com cafeína e à ocorrência crescente de alguns tipos de câncer, chegou-se a pensar no passado que essa substância pudesse ser incluída na lista de produtos cancerígenos. Na década passada, a cafeína foi vinculada a uma maior ocorrência de câncer das vias urinárias inferiores, como câncer renal ou da bexiga. Outros estudos levantaram a suspeita de que o consumo de bebidas com cafeína poderia ser responsável pelo aparecimento do câncer de pâncreas. Entretanto, foi confirmado mais tarde que todos os estudos incriminadores da cafeína eram inadequados, incompletos e insatisfatórios, não sendo possível, na atualidade, atribuir relação alguma entre a ocorrência de qualquer tipo de câncer e a ingestão de bebidas que contém cafeína, devido à realização recente de estudos mais criteriosos, onde foram evidenciados a total segurança e ausência de riscos para o consumidor de cafeína e um possível temor de desenvolver qualquer tipo de câncer. Uma extensa revisão da literatura permite afirmar de forma definitiva que NÃO existem bases científicas para associar o consumo de cafeína com a doença fibrocística da mama, apesar da ignorância de muitas pessoas ainda aceitarem este equívoco como verdadeiro. Modernos estudos epidemiológicos sugerem que o consumo moderado e regular de café possa atuar na prevenção do câncer de cólon e próstata.

Fonte: Café e saúde

Consumo de café pode reduzir riso de (AVC)

Beber café de forma regular parece reduzir o risco de acidente vascular cerebral (AVC), indica um estudo recente apresentado na conferência anual da American Stroke Association.Esta informação não é totalmente nova mas tem importância dado confirmar estudos anteriores.Neste estudo, liderado pela investigadora Yangmei Li, epidemiologista da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, foram avaliados 23 mil homens e mulheres, que foram acompanhados durante dois anos.Segundo nota enviada à imprensa pela autora do estudo, "o consumo de café referido pelos mesmos pacientes apresentava uma relação inversa com o risco de AVC".
Em geral, as pessoas que relataram consumir qualquer quantidade de café tinham um risco de ter um AVC 27% menor que o dos que nunca consumiam a bebida."Esta associação manteve-se quando foram considerados outros factores, como sexo, idade, classe social, nível educativo, tabagismo, consumo de álcool, consumo de chá, actividade física, níveis de vitamina C no plasma e diabetes", afirmou a investigadora, acrescentando que a redução do risco também foi "independente do tipo de café que se consumia, com cafeína, descafeinado, instantâneo ou moído".
No entanto, beber mais café não foi associado a uma maior redução do risco de AVC.Estudos anteriores já tinham associado o consumo de café a um menor risco de desenvolvimento de diabetes tipo 2, um factor de risco importante para o AVC, e a um menor risco de desenvolvimento de doença cardíaca. Contudo, a maioria destes estudos foram realizados de forma pouco rigorosa.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.
04 de Março de 2010

Os benefícios do café nosso de cada dia

Bebida controversa e ao mesmo tempo unanimidade nacional, o café volta à pauta do dia. O cientista Tomas De Paulis, da norte-americana Vanderbilt University Institut for Coffee Studies acaba de realizar 19 mil testes com a bebida. O resultado das pesquisas mostra que o efeito benéfico é maior do que se pensa. De Paulis diz que crianças que tomam café com leite uma vez ao dia têm menos chance de desenvolver depressão.

Mas as novidades não param aí. "Quem já não ouviu falar que o consumo de café interfere na absorção do cálcio e pode acelerar a osteoporose? Ou que o café está associado a males do estômago, à agitação e pode causar dependência? O fato é que o café, que já foi símbolo da economia do Brasil, também pode trazer benefícios à saúde", diz Fábio Ravaglia, presidente do Instituto de Ortopedia e Saúde e membro do corpo clínico externo do Hospital Albert Einstein e do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.
Tanto De Paulis quanto Ravaglia fazem parte de um grupo entusiasta de pesquisadores que têm revelado os efeitos positivos do café. Dizem que a bebida reduz o colesterol, auxilia no combate a doenças coronarianas, proporciona efeitos antidepressivos, reduz o risco do Mal de Parkinson, protege contra diabetes do tipo 2, desenvolve ação antioxidante e auxilia em processos de emagrecimento e na prevenção de alguns tipos de câncer (cólon e reto).
"Há estudos recentes, inclusive, que indicam que substâncias presentes no café podem prevenir demências e Alzheimer e que o consumo moderado e regular inibe o alcoolismo e a depressão", afirma Ravaglia. Ele observa que, no Brasil, a Fundação Zerbini assinou, em 2006, um protocolo com a Associação Brasileira da Indústria do Café para a criação da Unidade de Pesquisa Café-Coração do Incor, que até hoje tem conduzido pesquisas sobre a bebida.

Fonte:Café e Saúde
Editoria: PLANO PESSOAL

Café e Saúde

Por que o café faz bem?
 
O café não é remédio, mas a comunidade médico-científica já considera a planta como funcional (previne doenças mantendo a saúde) ou mesmo nutracêutica (nutricional e farmacêutico). Isso porque o café não possui apenas cafeína, mas também potássio, zinco, ferro, magnésio e diversos outros minerais, embora em pequenas quantidades. O grão do café também possui aminoácidos, proteínas, lipídeos, além de açúcares e polissacarídeos. Mas, o principal segredo: possui uma enorme quantidade de polifenóis antioxidantes, chamados ácidos clorogênicos. Durante a torra do café, esses ácidos clorogênicos formam novos compostos bioativos: os quinídeos. É nessa etapa também que as proteínas, aminoácidos, lipídeos e açúcares formam os quase mil compostos voláteis responsáveis pelo aroma característico do café. É toda essa composição que faz do café uma bebida natural e saudável.

Fonte: abic
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